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I love mankind; it's people I can't stand.
Charles M. Schulz

 

setembro 25, 2010

 

Besnard Lakes

Really, really enjoying it :)

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setembro 20, 2010

 

Aposta

Do Canadá, só coisas boas.

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fevereiro 06, 2010

 

Rádio. Sempre.

Dois dos programas mais hilariantes que tenho ouvido em rádio:

The Debaters

Wiretap

>> Na CBC Radio One.

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novembro 01, 2009

 

A hora do Lobo

Morreu o radialista com mais tomates que este país ainda tinha. Um lobo do microfone, da noite radiofónica, e da resistência. A sua voz e a 'sua' música continuam ainda esta semana na RADAR.

Até sempre!

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outubro 17, 2008

 

When no one cares.... Já eu ouvia a Intíma Fracção. Saudades...

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setembro 28, 2008

 

RadiaLx

RadiaLx 2008

 

Aconteceu.

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junho 18, 2008

 

Divago

Estou além.

O corpo é que paga.

O poder de síntese deste homem.Padrões sociais, politicos, sexuais. A capacidade de estender a música até aqueles que não apreciando o género, entendem-no como uma língua implícita.

Um país (o da altura) como sempre tomado de assalto, impreparado,  e de resposta assassina em punho. As resistências internas, endémicas da pequenês.

Divago. E vós aturais-me neste 'be-logue'.  (Não está no Acordo mas um dia estará concerteza!)

Tragam o Acordo, antes que o povo acorde!

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maio 17, 2008

 

Small

If I remember the night that we met.

Tasted a wine that i'll never forget.

 

Portishead o regresso, onze anos depois. E sempre.

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abril 25, 2008

 

Zeca Afonso

Um concerto histórico, para que a História não se repita. Mas ao fim de 34 anos, repete-se infelizmente, e continuamos a sentir as músicas do Zeca actuais. Uma coisa que os regimes políticos não se livram, qualquer que seja a sua génese, é da revisão da memória a cada ano, a cada biénio, triénio, década. O percurso e a memória, revistos, lembrados e recapitulados mais ou menos abertamente, consoante a revolução que lhes dá origem e os regimes que emergem das mesmas.  E consoante as marcas que as  sevícias que provocaram a mudança de regime, deixaram na memória colectiva, essa, sempre falível. 'Livram-se' de tal exercício, os  regimes consoante o seu grau de totalitariedade. As tais 'democracias' que florescem por este planeta, mas que aos olhos dos mais atentos nem o título de democracia levariam.  Mas a memória, humana é o principio do fim. Ainda esta semana uma jornalista num jornal diário aqui da terrinha falava da Revolução de Abril de 1977 (!). Espero que tenha sido uma gralha. Ardentemente.

Mas olhando para trás e para o percurso...

Algo vai mal com esta República Lusitana. São os 'Vampiros'. Os que continuam a comer tudo, agora parece que com mais impunidade, mais indiferença, mais disparidade de riquezas súbitas, e a coberto de uma Justiça instrumentalizada e afogada em leis de encomenda. É a maior e mais perigosa lacuna que a democracia portuguesa vive actualmente: um sistema judiciário que tantas vezesnão aplica a lei quando esta pode ser aplicada sem sombra de dúvidas ou interpretações subjectivas, aplica-a errantemente, a medo, ou pior: de forma arbitrária de acordo com a cabeça de juízes que são intocáveis tanto mais como são incompetentes e corruptos. Um sistema judicial que permite a eternização de processos por interposição ad eternum de recursos, figura essa abusivamente usada por quem tem os meios económicos para eternizar processos dentro do sistema. A Justiça compra-se, é a melhor conclusão que podemos tirar. E quem não tem dinheiro...

Não quero saber o que se passa lá fora, dir-me-ão que lá fora não é muito difente. Não estou interessado.

É esta a maior fragilidade do regime democrático em Portugal.

Aquilo que o Povo criou nas ruas, lado a lado com as Forças Armadas, também pode destruir. O desgaste vê-se, sente-se ano a ano. Pode o Povo ainda hoje? Quer o Povo ainda hoje? Manda o Povo ainda hoje? Existe o Povo ainda hoje?

Clássicos da Rádio - 25 de Abril

Nota do dia: Hoje 25 de Abril, a Sra. que vem cá limpar apareceu para trabalhar.  Sinais dos tempos, se calhar... Abril SEMPRE!

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janeiro 23, 2008

 

XFm (Achada)

Alguém se lembra ainda ?

Um achado. Encontrei , melhor tropecei, na última meia hora de emissão da XFm. Aqui>>.

31 de Julho de 1997. Lembro-me perfeitamente de estar á janela da cozinha nessa noite, olhando a panóplia dos emissores em Monsanto. Ouvindo no pequeno rádio despertador os últimos momentos de uma rádio que me fez ver para além das sufocantes playlists. E sendo rádio despertador não tornava a audição menos prazeirosa! O Aníbal Cabrita estava aos comandos da derradeira emissão, com a voz serena, um profissional, que no final leu o comunicado da administração.

Um ano depois (?), estava a fazer as madrugadas com a Zona Reservada na TSF, em que fazia vibrar com John Lurie e os Lounge Lizzards frenéticos no éter da noite já avançada. A resistência continuava...

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