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maio 19, 2010
novembro 11, 2009
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Alô Brasil?
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Sentindo misógino o suficiente, para escrever isto. A respeito do folhetim que se passou na Universidade de Bandeirantes (Uniban), desse país considerado liberal como é o grande Brasil. Ao que parece, uma estudante assim para o atrevidinha tem enfrentado a comunidade universitária com a sua atitude indumentária, leia-se a bela da saia curta. Comunidade essa que, ao contrário das comunidades universitárias que conheço, opôs-se a tal atitude tendo até entrado em confronto com a dita safadinha. Bizarro ainda mais, tudo isto se passando no Brasil. A Uniban não se põe de modas e expulsa a menina Geisy. Começa aquela onda de reações do costume. A Uniban não deve ser muito abundante em safadinhas, pelos vistos. Eu explico: só uma escassez de safadinhas naquela universidade poderia causar tamanha (e transatlântica) dôr de cotovelo na audiência masculina. Ou então a dita safadinha também já deve ter feito das suas a alguns tristes rapazes universitários. Quem não as conhece (ainda por cima nestas idades) que as compre! já dizemos cá em Portugal. E as mocinhas são muito profícuas em sonsarias deste género, e depois vêm com todo este show de lágrimas. Continuando o meu débito de fel: entre as reações de vários quadrantes na sociedade, vêm as militantes alas feministas choramingando que a dita aluna é um símbolo da opressão das mulheres, blá blá a conversa do costume, até dizerem que as mulheres não podem exprimir a sua sexualidade. Ah! Então era isso! Por um lado estes sectores atacam ao primeiro sinal de assédio, gritam “falta!” e que a mulher é constantemente tratada como objecto. Mas neste caso não, a safadinha tem toda a liberdade para se passear com o pernal ao léu, e a rapaziada que se arrume (no Brasil: que se vire!) , e traga mais papel higiénico para as aulas e pronto! Eu acho que a rapaziada devia contra-atacar e vir para as aulas com roupa mais liberal ainda sei lá , algo que coloque bem em evidência o orgulho sexual masculino (para não dizer exposto). Sei lá! Porque à rapaziada apetece exprimir a sua sexualidade! Conclusão: Quando as mulheres pensam que podem entrar no debate politico é uma desgraça só. Solução: Eu digo SIM ao sistema de ensino separado por género! Mas já sei que estou só. Tenho dito. Etiquetas: irritações, o costume, paródia, politiquice
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setembro 02, 2009
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Por Miguel Sousa Tavares Segunda-feira, 29 de Jun de 2009 Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê: - É sempre assim, esta auto-estrada? - Assim, como ? - Deserta, magnífica, sem trânsito? - É, é sempre assim. - Todos os dias? - Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente. - Mas, se não há trânsito, porque a fizeram? - Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto. - E têm mais auto-estradas destas? - Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto , vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro , por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio . Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me. - E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões? - Porque assim não pagam portagem. - E porque são quase todos espanhóis? - Vêm trazer-nos comida. - Mas vocês não têm agricultura? - Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável. - Mas para os espanhóis é? - Pelos vistos... Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga: - Mas porque não investem antes no comboio? - Investimos, mas não resultou. - Não resultou, como ? - Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou. - Mas porquê? - Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos. - E gastaram nisso uma fortuna? - Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos... - Estás a brincar comigo! - Não, estou a falar a sério! - E o que fizeram a esses incompetentes? - Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo , Madrid -Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro. - Mas que tamanho tem Portugal , de cima a baixo? - Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km . Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não. - Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto ? - Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca ; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações. - Como : então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa? - Isso mesmo. - E como entra em Lisboa? - Por uma nova ponte que vão fazer. - Uma ponte ferroviária? - E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa. - Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros! - Pois é. - E, então? - Então, nada. São os especialistas que decidiram assim. Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la. - E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta... - Não, não vai ter. - Não vai? Então, vai ser uma ruína! - Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar. - E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras? - Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa! - E vocês não despedem o Governo? - Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo... - Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro? - Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade. - O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia? - A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV. - Como ? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter? - É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade. Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás: - E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê? - O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa. - Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo? - É isso mesmo. Dizem que este está saturado. - Não me pareceu nada... - Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP. - Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível? - Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido. - E tu acreditas nisso? - Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo? - Um lago enorme! Extraordinário! - Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa. - Ena! Deve produzir energia para meio país! - Praticamente zero. - A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber! - A água não é potável: já vem contaminada de Espanha. - Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso? - Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais. - Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada? - Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor. Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente: - Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos? - Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez. Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou: - Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal ! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém! Miguel Sousa Tavares Etiquetas: conversas, o costume, paródia, politica
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setembro 01, 2009
julho 26, 2009
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Em nome de um polvo maior
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A Máfia calabresa sofreu recentemente um golpe no valor estimado de 200 milhões de dólares (ou euros?) em bens confiscados pelas autoridades italianas. Os bens iam desde automóveis a imóveis. O costume. Mas mostra bem que há outra Máfia que está a passar por dificuldades naquele país: o Governo italiano. Ganha quem tiver mais recursos! O triste fado disto tudo é que entalado entre dois Polvos, está um POVO. Etiquetas: europa, o costume, paródia, politica, politiquice
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maio 21, 2009
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Mundo pequeno
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Lá entrei finalmente na única sex-shop (creio que é a única) deste fim de mundo onde vivo. Como alguns saberão, uma sex shop não é como ir ali ao café da esquina. É quase como irmos ao médico e este pede-nos que nos dispamos. Quando chegamos a uma sex shop podemos ser abordados pela pessoa que atende os clientes e nos pergunta o que procuramos. E lá nos confessamos, pelamos as camadas da nossa intimidade uma a uma, das nossas pulsões(?). É pois nessa necessidade de privacidade que sou logo atacado pelos fantasmas das terras minúsculas como esta em que, como já disse, vivo. Para começar, a pessoa que me atendeu era ligeiramente conhecida. Daquelas pessoas que dizemos conhecer "de vista". Logo de seguida, entra pecisamente nessa mesma loja um vizinho do meu prédio. É claro que se seguiu um daqueles momentos embaraçosos, ou nem tanto a julgar pelo á vontade do dito sujeito. Para alguns, o Mundo é mais pequeno que para outros. E mais i-Mundo :) A dita loja não tinha muitos artigos para escolher. Ou eu é que sou muito esquesito... Etiquetas: irritações, paródia
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"É isto que tenho para dizer"
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Acho profundamente irritante, deprimente e suficientemente capaz de fazer-me cócegas naquele canto sarcástico do meu espírito. DETESTO aquelas entrevistas de rua da televisão portuguesa em que pedem ao povaréu uma opinião sobre tudo e nada ou um testemunho qualquer, e este claro está, dá-a. E termina com demasiada frequência essa dádiva de sapiência lobotomizada com esta frase lapidar: É só isto que tenho para dizer Grrrrrrrr................... Etiquetas: irritações, paródia
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maio 04, 2009
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La bella e il Mostro
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O primeiríssimo Berlusconi anda a fazer das suas e a legitima esposa "meteu os papéis". O pobre geriátrico homem andou a cirandar na infindável, tentadora fonte da Juventude. Aparentemente a coisa com a respectiva e legítima senhora estalou por causa desta 'puro sangue' italiana, nos seus tenros, encantadores, deliciosos, irrepreensíveis 18 anos. MAS olhando para estas singelas, inocentes e ao mesmo tempo 'jezebélicas' imagens ..... QUEM pode censurá-lo? :) Se a Natureza nos quisesse fiéis, nasceríamos cegos. Seria um bom começo a caminho da fidelidade, não acha Sr. Berlusconi? Etiquetas: paródia, politica, politiquice
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abril 28, 2009
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Noticias do futuro
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Últimas noticias sobre as medidas de contingência do Governo português para combater a potencial ameaça da gripe A: irão ser instaladas câmaras de infra-vermelhos nos aeroportos que vão verificar automaticamente o nível de febre das pessoas. Até aqui nada de novo (ou fascinante) mas é aqui que o Plano Tecnológico mostra as suas garras: as ditas câmaras irão estar ligadas a uma espingarda automática! E assim se resolvem todos os imbróglios e problemas de logística que a epidemia pode vir a ter. Escusado será dizer que todo este complexo sistema será coordenado pelo computador Magalhães. Afinal o Plano Tecnológico sempre servia para alguma coisa... Ah pois é... A única carrinha que será necessária ter em prevenção nos aeroportos é a carrinha funerária. Portugal quando faz.... Faz bem :) Etiquetas: paródia, politica
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dezembro 13, 2008
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Federal war on Gold
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http://www.fff.org/freedom/fd0608a.asp There are few things that federal big spenders hate more than gold. Why? Because they know that, historically, gold has provided the best means by which people could protect themselves against the ravages of a rapidly depreciating currency. The mainstream press often uses the term “inflation” to describe rising prices. That’s incorrect. Actually, when the general price level is rising, that’s a result of inflation, not inflation itself. Inflation is the process by which governments print up the money to pay for ever-increasing expenditures. Why not instead simply increase taxes on people in order to get the money to pay for the soaring expenses? There’s an obvious reason: Taxes make people angry at government officials. It’s much easier and safer to simply print the money because then most people have absolutely no idea that the government is behind what is happening. When prices of commodities, goods, and services start rising in response to the depreciating quality of the money, the average person is likely to blame those in the private sector, such as oil companies, speculators, and businessmen, for the woes. Being unaware of economic principles, people will even demand that federal officials impose price controls and excess- profits taxes on the evil offenders, a demand that the authorities are often willing to oblige. That’s why inflation has always been the best friend of big spenders in government. Although clearly a fraudulent way to finance government operations, history has proven that the possibility that such fraud will be figured out by an ignorant and trusting citizenry is minute http://www.fff.org/freedom/fd0608a.asp Tim tim , por tim tim. The paper money of today still contains a hint of what it once represented — a promise to pay money, rather than money itself. Take a dollar bill out of your billfold. Notice that at the top it states, “Federal Reserve Note.” Why is it called a “note”? Because it represents, somewhat perversely, what such a note once constituted for our American ancestors — a promise to pay something, namely gold. Today, such notes are what is termed “irredeemable” — that is, they cannot be redeemed in gold or silver coin. They are promises to pay nothing. Etiquetas: paródia, politica, politiquice
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outubro 28, 2008
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Graduation Ceremony
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DESTROY, CRUSH THEM, OUR ENEMIES, ENEMIES OF THE FREE WORLD, TERROR TERROR TERROR TERROR TERROR, TERRORISM TERRORISM TERRORISM TERRORISM, TERRORISTS, AL-QUEDA, FORCE FORCE FORCE FORCE FORCE FORCE, AXIS OF EVIL, FORCES OF EVIL Agora multipliquem estas palavras por cada dia de 8 anos... Era só para se despedirem da 'era' Bush. (Kind of a 'make-me-proud-son' graduation.) R.I.P. (Bush and the obscure vultures orbiting around his administration). Etiquetas: paródia, politica, politiquice
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outubro 06, 2008
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é carapau fresquinhee !
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Sara Palin a candidata á vice-presidência americana, pelo Partido Republicano. Até aqui já sabemos. O que não sabíamos é que o partido tinha escolhido para candidata uma peixeira de gema. Desbocada, inconsequente, imprevisível, trapalhona sempre vai dizendo o aquilo que o candidato á presidência não diz. Isto é bom para uma campanha? Mais depressa, um sintoma. Para o próximo ano a dita sra. já tem um lugar: Numa das máquinas de campanha das eleições portuguesas... Wellcome to Portugal, Mrs. Palin! Etiquetas: paródia, politica, politiquice
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setembro 27, 2008
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Des-Ligados
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No programa do Provedor do Telespectador da RTP, lá tentaram mostrar alguns desagradados com o formato do programa Liga dos Últimos. Estes desagradados eram tipicamente lisboetas emproados. Um perfil urbano que lê 40 livros por semana, estilo Marcelo Rebelo de Sousa, e acham que vivem num país de primeiro mundo. Dentro da porta de cada um deles, talvez. Analisavam o programa altivamente, querendo encaixá-lo num formato inclassificável , devido ao retrato degradante que fazia das pessoas, fugindo á reportagem dos acontecimentos desportivos. Recomendavam que o programa deveria ter um formato sério, informando de facto sobre esse mundo da bola que a maior pate de nós não conhece. Se calhar o programa deveria ter exposto mais claramente o seu formato, desde o início. Assim havia menos confusão em certas cabecinhas. As que não saem da bolha urbana. É que ainda por cima parece que se obrigavam a ver o programa. Isto numa altura em que o que não falta neste país são escolhas televisivas. Os cromos, esses, ao menos desta vez apareceram no programa do provedor do telespectador da RTP! Deram a cara, seja-lhes reconhecido. Etiquetas: conversas, paródia
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junho 18, 2008
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Divago
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Estou além. O corpo é que paga. O poder de síntese deste homem.Padrões sociais, politicos, sexuais. A capacidade de estender a música até aqueles que não apreciando o género, entendem-no como uma língua implícita. Um país (o da altura) como sempre tomado de assalto, impreparado, e de resposta assassina em punho. As resistências internas, endémicas da pequenês. Divago. E vós aturais-me neste 'be-logue'. (Não está no Acordo mas um dia estará concerteza!) Tragam o Acordo, antes que o povo acorde! Etiquetas: melancolia, memória, musica, paródia, politica, politiquice, radio
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junho 07, 2008
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Ovos mexidos
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Henrique Sá Pessoa, revista Sábado. Até os ovos mexidos podem ter um toque requintado e um travo especial. Estes já passaram no exame dos actores Roger Moore, Russel Crowe e Meg Ryan e do cantor Ricky Martin - clientes assíduos de hotéis de Londres e de Sidney onde Henrique Sá Pessoa trabalhou. O segredo está na colher de natas frescas aplicada na fase de fritura. Outro truque é mexer os dois ovos (quantidade por pessoa) com u mgarfo ou uma vara de arames. Mas por pouco tempo: meia dúzia de voltas são suficientes e não convém que a clara e a gema fiquem demasiado misturadas. "Caso contrário, introduz-se muito ar e os ovos ficam esbranquiçados", diz o cozinheiro de 31 anos. depois, pode fritá-los com um fio de azeite em lume brando, durante 15 segundos, e acrescentar uma noz de manteiga (nunca margarina, que tem um sabor artificial). Só no fim mistura a colher de natas e, já fora do lume, sal e pimenta. deve colocá-los numa forma redonda e desenformá-los no centro do prato, por cima de uma fatia de pão torrado. O rama de salsa é opcional, mas os resultados são garantidos, sobretudo para os homens: "Aprendam a fazer bons ovos porque, com isso, já conquistam uma mulher." Longe de fazer os meus ovos mexidos assim, mas tudo o que meta natas, já me convence! quanto á conquista, bem... é melhor saborear os ovos! Etiquetas: paródia
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maio 21, 2008
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Válido antes de...
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Não lembro do que lembrei, da última vez que li um prazo de validade numa embalagem. Agora imaginem quando a data é uma que queremos esquecer ou então uma que não queremos que chegue, e então temos no frigorífico um lote de de iogurtes exactamente com essa validade! É tramado mas... temos de comer aqueles iogurtes todos! Isto dos prazos nas embalagens é uma ciência que nem a Maya entende! Mas nunca falha. Por duas razões: Aquele dia vai mesmo chegar, não há nada a fazer. E, ou comemos o iogurte ou lá o que estiver na embalagem, ou então é certo que a mesma só tem um destino... Etiquetas: paródia
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A conjuntura ganha contornos palpáveis quando em cada dia que passa, e mais mergulhamos nela, mais nos vemos forçados a aceitar diligentemente, como uma bênção ovina, tudo aquilo que até então nos bastávamos a manter num recanto miserável do nosso consciente diário. Outras situações se confundem com a conjuntura, nas sua expressão jusante: o desespero. Por exemplo, agora estou a ver uma Moldava a cantar em lingua inglesa no concurso da Eurovisão. Mas alguém ainda vê o concurso da Eurovisão? E já agora , dou aqui a minha canção vencedora: a Bélgica. O vestido da cantora, assim num estilo lolipop, e sabendo como anda o meu dente para guloseimas, é tortura... Douze Pointes! E daí o Azerbeijão também apresenta a concurso uma canção em inglês, em vez daquelas canções com aqueles títulos indecifráveis como 'nzdra njim zagov' (por exemplo, e assim ao calhas). Mas o Azerbeijão pertence á Eurovisão? Já não percebo nada... Não interessa, daqui a 10 anos está a ultrapassar o PIB português, ou então uma outra estatística qualquer. Outra situação, hoje, na noite acabada de cair, deparo com um 'jovem' já todo equipado para o Euro 2008 com a camisola 17... Já em casa no ticker da SIC Noticias, leio que a camisola do tal jogador mudou para o número 7! É que é demasiado fácil para as minhas maquinações conspirativas: Será que o Scolari tem alguma coisa a ver com esta mudança do número das camisolas? Assim metia uns troquinhos ao bolso, do fabricante das camisolas.Sei lá! Está bem, o rapaz só tem de pegar na camisola e apagar o '1'. Mas foi como quem atirasse uma seta certeira ao meu centro de riso compulsivo. A Maldita da conjuntura! Etiquetas: conversas, paródia
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abril 15, 2008
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Ceature Comfort Encontrei por acaso e lembrei-me do filme que saiu há alguns anos atrás. Era uma curta sobre o que sentiam os animais que viviam num zoo. Excelente. Só rir. Etiquetas: paródia
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abril 07, 2008
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a Idade para tudo
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Ontem pus-me a ver a reportagem da SIC. Sobre as armas ilegais em Portugal e os seus efeitos. Video aqui (A lei das armas). Lá mostraram uma série de situações desde as profissões de risco que obrigam ao porte de armas, mesmo que ilegais, até ás situações de exclusão social em zonas 'problemáticas' de Lisboa, em que são mais habituais as cenas de violência policial e de tiroteios. Entre essas zonas, um pequeno bairro de lata, no Prior Velho em Loures. A reportagem cruza-se com duas crianças, dois rapazes na rua. Começa a conversa, sobre a violência e sobre os tiroteios. - E armas? Há armas cá no bairro? - Há! Já vi, já vi... Ano novo. Ano novo eu vi. - Que foi que aconteceu no Ano Novo? - Começaram a disparar. Um irmão levou aqui um tiro, no peito. - Duma bala perdida? - Sim. [........] - Vocês sentem medo? - Sim. Muito. - Medo de quê? - De morrer. [Ao que timidamente um deles responde] - De morrer, sem chegar até... ao ... adultério. É claro que eu ao ouvir isto dei um pulo de um só riso. Idade do adultério! Todos queremos lá chegar, um dia! É sinal que estamos bem vivos! Continuaram, num tom de esperança, que é quase um desalento: - Eu gostaria que isso.... eu dava tudo, tudo , até minha casa, para esse bairro ficar limpo. Calmo. Etiquetas: conversas, paródia, politica, politiquice
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março 12, 2008
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Rei do Romantismo
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Estava a ver a Liga dos Últimos, uma reportagem que falava do romantismo e das estratégias de sedução de um sessentão para as moças, as chavalas' (palavras do próprio). Com música de fundo de Roberto Carlos, aquelas estratégias hipnotizavam e quase convenciam. O homem lá falava das frases como: 'és a Rainha da beleza', ou 'és a mais bela do mundo'. E, definitivamente a próxima sessão , pós-sedução, a haver terá de ser ao som do Rei do Romantismo! Está decidido! Etiquetas: memória, paródia
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